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O senador Flávio Bolsonaro negou nesta segunda-feira (15) ter influenciado o novo tarifaço imposto pelos Estados Unidos ao Brasil, uma semana após visitar o presidente Donald Trump na Casa Branca.
Segundo o parlamentar, durante o encontro pediu que empresas brasileiras não fossem taxadas, argumentando que elas já enfrentam uma elevada carga tributária no país.
Durante evento promovido pela revista Veja, Flávio afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva seria favorável às tarifas por motivos eleitorais. “A única pessoa que quer tarifa no Brasil é o Lula”, declarou.
A fala ocorre enquanto Lula está na França para participar da cúpula do G7. O presidente antecipou a viagem na tentativa de viabilizar uma reunião com Trump para discutir as tarifas aplicadas às empresas brasileiras.
Críticas aos juros
No mesmo evento, Flávio também criticou o nível dos juros no país e afirmou que o Brasil possui uma das maiores taxas de juros reais do mundo.
Atualmente, a taxa básica de juros, a Selic, está em 14,5% ao ano. Nesta semana, o **Comitê de Política Monetária> (Copom) divulgará nova decisão sobre os juros, com o mercado dividido entre a manutenção da taxa e uma possível redução de 0,25 ponto percentual.


