Réveillon 2021: Fogos de artifício explodem sobre ruas vazias

31 de Dezembro 2020 - 15h53
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Os fogos de artifício da Ponte da Baía de Sydney, Austrália, explodiram sobre um porto praticamente vazio. Em Pyongyang, na Coreia do Norte, pessoas usando máscara assistiram a um concerto e um show de fogos ocorrido na Praça Kim Il-Sung, que passou na TV pela mídia estatal. 

Não haverá show de luzes no alto da torre de TV em Pequim, na China; os leões da Trafalgar Square, em Londres, estarão com tapumes, bem como a Praça Vermelha de Moscou. Multidões não serão vistas na Praça de São Pedro, no Vaticano. A Itália terá toque de recolher hoje das 22h a 7h. No Rio de Janeiro, o bairro de Copacabana será fechado, com acesso apenas para moradores.

Na Times Square, em Nova Iorque, Estados Unidos, em vez de um público de centenas de milhares de pessoas, haverá apenas um pequeno grupo pré-selecionado de médicos, enfermeiros e outros profissionais, com familiares mantidos a dois metros de distância.

 

Na França, onde toque de recolher noturno estará em vigor, não poderão haver reuniões com mais de seis adultos. A Alemanha proibiu a comercialização de fogos de artifício como forma de desencorajar a formação de grandes aglomerações. As autoridades berlinenses afirmaram que a polícia "puniria os violadores de forma consistente".

Com mais de 1,7 milhão de mortos e 82 milhões de contaminados pelo novo coronavírus pelo mundo desde a última véspera de Réveillon, o fim de 2020 não se assemelha a nenhum outro nas lembranças das gerações atuais, como disse chanceler alemã Angela Merkel em seu discurso de véspera de Ano Novo.

"Acho que não estou exagerando quando digo: nunca nos últimos 15 anos achamos o ano velho tão pesado. E nunca, apesar de todas as preocupações e algum ceticismo, aguardamos o novo com tanta esperança".

Fonte: O Globo