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O deputado Sóstenes Cavalcante solicitou à Procuradoria-Geral da República (PGR) a concessão de proteção policial e a inclusão da empresária Roberta Luchsinger no Programa Federal de Assistência a Vítimas e a Testemunhas Ameaçadas (Provita), órgão vinculado ao Ministério da Justiça. A medida foi apresentada depois que a empresária relatou ter sido vítima de ataques e ameaças decorrentes de declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que a chamou publicamente de "pilantra". Com informações de ND Mais.
Roberta Luchsinger é investigada por suspeita de tráfico de influência no âmbito de um inquérito em que o filho do presidente, conhecido como Lulinha, também responde a acusações.
No pedido encaminhado ao órgão ministerial, o parlamentar solicitou ainda que seja apurado se o presidente Lula, seu filho Lulinha e o líder do PT, Camilo Santana, cometeram eventuais infrações relacionadas aos ataques reportados. A petição não especifica condutas criminais exatas, mas requer uma apuração rigorosa dos fatos apresentados.
Defesa confirma hostilidades dirigidas também às filhas da empresária
O advogado responsável pela defesa de Roberta Luchsinger, Roberto Podval, confirmou que a cliente vem enfrentando episódios graves de agressão verbal e intimidação, que alcançaram inclusive as filhas dela.
Em manifestação oficial, a defesa declarou que a empresária não cometeu qualquer irregularidade, não atribuiu condutas ilícitas a terceiros e mantém total confiança no andamento e nas decisões do Poder Judiciário.
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