Flávio diz que abre sigilo se Lula liberar o de assessor e de instituto

21 de Outubro 2026 - 15h37
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O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, durante evento político realizado em Guarulhos (SP), que aceita liberar seus sigilos bancário e telefônico desde que o adversário Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abra os registros de seu assessor Marco Aurélio Santana Ribeiro, do Instituto Lula e do cartão corporativo do Palácio do Planalto. Com informações de UOL.

A declaração ocorreu em resposta ao desafio feito pelo candidato petista após o debate da Band. Durante o discurso na Grande São Paulo, o representante do PL acusou o adversário de manter patrimônio em nome de terceiros e declarou ter a vida aberta.

Mobilização política e pautas em Guarulhos

O ato público contou com a participação do governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que atuou na condução do evento. Também discursou o senador eleito Guilherme Derrite (PP-SP), cotado para assumir o Ministério da Segurança Pública em eventual governo de Flávio. Derrite voltou a defender a redução da maioridade penal de 18 para 14 anos como medida de combate ao crime organizado.

O prefeito de Guarulhos, Lucas Sanches, destacou no evento que a parceria entre o município, o governo estadual e uma eventual gestão federal ajudará no desenvolvimento do transporte e nas conexões com a capital paulista. Durante as falas, a deputada federal Rosana Valle (PL-SP) fez críticas direcionadas à presidente da Comissão da Mulher na Câmara, deputada Erika Hilton (PSOL-SP).

Foco no eleitorado do Sudeste

A agenda em Guarulhos marcou o encerramento dos compromissos de campanha de Flávio Bolsonaro no estado de São Paulo. Antes do pleito, o candidato prevê a realização de atos no Rio de Janeiro e em Minas Gerais.

De acordo com dados do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), o estado possui 33,5 milhões de eleitores regularizados em 645 municípios. Guarulhos representa o segundo maior colégio eleitoral paulista, com quase 1 milhão de votantes. Juntos, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais concentram aproximadamente 40% do eleitorado nacional.