Secretário debocha de Allyson e chama prefeito de irresponsável: "Faltou a palavra 'honestidade'"

13 de Fevereiro 2026 - 06h27
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Em entrevista ao TMJ da FM Universitária de Natal, o secretário chefe do gabinete Civil Raimundo Alves analisou as movimentações do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (UB), após a Operação Mederi, no último dia 27 de janeiro.

De saída, Ramundo disse que sempre ouviu histórias “absurdas” sobre a gestão de Allyson a que ironizou chamando de “prefeito toc toc”. “Quem transita no meio político ouvia coisas absurdas sobre Mossoró. Eu costumo falar que a minha mesa lá, a mesa lá do gabinete civil, eu chamo de ‘confessionário’, porque todo tipo, toda história tem cinco, seis versões, e eu escuto todas cinco, seis, cada um que senta na minha frente me conta versões diferenciadas. Então, assim, eu não posso ter a minha versão, escolher de cinco, seis versões que eu escuto, escolher a minha. Eu tenho várias versões. Agora, o que se escuta nesse Estado sobre a situação da gestão de Mossoró, do comportamento do prefeito toc toc, TikTok, desculpe, são coisas que você não sabe”, avaliou.

O homem forte do governo Fátima ainda rebateu os ataques que Allyson fez acusando a gestão estadual de “sabotar Mossoró”. “Aí ele não vê os hospitais de Mossoró, o hospital da mulher, ele não vê a reforma do hospital do hospital Tarcísio Maia, ele não vê a quantidade de UTIs, ele não vê não, ele vê, ele sabe que existe, mas não interessa divulgar. E faz a crítica que ele faz totalmente irresponsável. O prefeito de Mossoró é um irresponsável, e é irresponsável com a gestão, é irresponsável com as falas que ele faz sobre isso, inclusive com a população de Mossoró, porque ele omite o que realmente está acontecendo em Mossoró”, disparou.

Raimundo ainda comentou sobre o lançamento da pré-candidatura ao Governo de Allyson no sábado passado. Ele revelou que o prefeito recorreu a uma empresa de gerenciamento de crises que fez ele antecipar o evento que seria depois do carnaval.

O secretário disse que Allyson teve um evento esvaziado com a presença de apenas 16 prefeitos e que os discursos demonstraram desânimo. “Não foi um ato grande, um ato de lançamento da candidatura ao governo, onde nenhum orador usou a palavra ‘honestidade’ para falar do candidato, é de se pensar o que pode acontecer. O entusiasmo dos oradores deixa pensar do que pode acontecer”, provocou.

Com informações de Blog do Barreto