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A Copa do Mundo, além do futebol, também já foi cenário de manifestações políticas e sociais. Ao longo da história, seleções e grupos usaram o torneio para expor críticas e reivindicações.
Em 1966, seleções africanas boicotaram o Mundial contra a falta de vagas. Em 1978, na Argentina, mães de desaparecidos pela ditadura protestaram durante a competição. Já em 2014, no Brasil, manifestações questionaram os gastos com estádios.
Outras edições também foram marcadas por protestos, como Rússia (2018), Catar (2022) e a Copa de 2026, que já registra manifestações envolvendo conflitos internacionais e questões internas dos países-sede.


