Golpistas se passam por servidores da Justiça e fazem vítima pagar Pix para liberar dinheiro

25 de Junho 2026 - 14h09
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Um homem de 32 anos foi indiciado por estelionato em Patos de Minas (MG), suspeito de participar de um golpe em que criminosos se passavam por servidores da Justiça para enganar vítimas.

Segundo a Polícia Civil, o grupo entrou em contato com uma mulher de 44 anos informando que ela teria um valor judicial a receber. Durante as ligações, os suspeitos se apresentaram como uma servidora do Juizado Especial e um promotor de Justiça.

Para dar credibilidade ao golpe, os criminosos utilizaram informações reais de um processo judicial da vítima. Em seguida, afirmaram que seria necessário pagar uma taxa de R$ 1.150 para liberar o valor. Convencida, a mulher realizou a transferência via Pix.

As investigações apontaram que a conta que recebeu o dinheiro estava em nome do homem indiciado.

A Polícia Civil alerta que tribunais e órgãos do Judiciário não cobram taxas por Pix ou transferência bancária para liberar valores de processos. Em caso de dúvida, a orientação é procurar os canais oficiais da Justiça ou um advogado de confiança.