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O José Ricardo da Silva quando fez 18 anos, decidiu tentar a vida em São Paulo, em busca do sonho de ter o próprio negócio. Ele começou a vender salgados para bares e lanchonetes.
Foi trabalhando como camelô, do lado de fora do terminal de ônibus Arthur Alvim, na Zona Leste da capital paulista, que surgiu a oportunidade. O Zé Ricardo assumiu um quiosque de alimentação em Itaquera, um bairro próximo. Só que dessa vez, ele se formalizou e foi para o lado de dentro do terminal.
Ele começou vendendo café e pão de queijo, depois incluiu cachorro-quente, que se tornou o carro-chefe do quiosque. Logo abriu a segunda unidade e depois a terceira.
“Quando a gente tinha, mais ou menos, cinco unidades de quiosques com nomes diferentes e as pessoas perguntavam: o que você trabalha, qual é a marca. E aí veio o estalo, eu preciso criar a marca”, lembrou o empresário.
Na época, o empresário cursava administração. Ele fez registro da marca, análise de cores, criou uma identidade visual, estudou o público-alvo e criou estratégias pra aumentar o faturamento.
Em 2017, transformou o negócio em franquia, a Monster Dog. Ele montou um centro de distribuição que abastece as unidades.
O investimento inicial para se tornar franqueado é de R$ 230 mil. Hoje, a rede tem 61 quiosques em operação. O cachorro-quente é o carro chefe da marca e o pão de queijo representa cerca de 30% do faturamento.
Com informações do Terra Brasil Notícias


