“É um hospital fake”, afirma Cadu ao criticar unidade entregue por Allyson

09 de Junho 2026 - 10h25
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Em passagem por Mossoró, o pré-candidato ao Governo do Estado pelo PT, Cadu Xavier, endureceu o tom das críticas ao hospital municipal entregue pelo ex-prefeito Allyson Bezerra (União Brasil) em janeiro deste ano. Em entrevista ao portal Diário do RN, o petista afirmou que visitou a unidade após receber informações de que o equipamento encerrava as atividades às 18h e classificou o local como um “hospital fake”.

“Eu estava em Mossoró e recebi a informação de que a policlínica só abria até 18 horas. Fui lá para ver com os meus próprios olhos. Cheguei às 19h30 e o funcionário me informou que estava fechado e que só abriria de manhã no dia seguinte”, relatou.

A partir da visita, Cadu voltou a questionar a estrutura e o funcionamento da unidade inaugurada pela gestão municipal. Segundo ele, o equipamento não reúne características básicas exigidas para funcionar como hospital.

“Não funciona 24 horas, não tem porta aberta. Na verdade, não é um hospital. É uma policlínica. É um hospital fake”, afirmou.

“Só pode adoecer de dia. Se adoecer à noite não dá certo. Nem no fim de semana. O que está funcionando é a escala cinco por dois num hospital fake”, declarou.

Na avaliação de Cadu, a entrega da unidade representa mais uma ação de marketing da gestão municipal.

“É mais uma ilusão do ilusionista de Mossoró”, criticou, se referindo ao ex-prefeito Allyson Bezerra.

As declarações foram reforçadas em vídeo publicado nas redes sociais. A gravação começa em frente ao Hospital Municipal Francisca Gonçalves da Silva. Ao encontrar a unidade fechada, Cadu conversa com pessoas que estavam no local e questiona o horário de funcionamento do equipamento.

Na sequência, o pré-candidato amplia o tom das críticas e questiona as condições em que o equipamento foi entregue à população.

“Tem ex-prefeito que inaugura hospital que não funciona à noite”, afirmou, se referindo ao hospital municipal inaugurado pela gestão de Allyson Bezerra.

A crítica faz referência ao fato de a unidade funcionar com perfil de policlínica, realizando cirurgias eletivas de menor complexidade, sem UTI e sem atendimento permanente de urgência e emergência.

Após questionar a unidade municipal, Cadu seguiu para o Hospital Regional da Mulher Parteira Maria Correia, entregue pelo Governo do Estado, onde utilizou a estrutura do equipamento para fazer um contraponto à unidade municipal.

Com informações de Diário do RN