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A divisão do valor do seguro referente ao acidente aéreo que matou Marília Mendonça e outras quatro pessoas em 2021 voltou a gerar polêmica. A MAPFRE, seguradora responsável pelo caso, se manifestou nesta terça-feira (15) afirmando que “cumpriu integralmente o acordo homologado judicialmente, construído em consenso entre as partes e com base em critérios técnicos”.
A controvérsia gira em torno da alegação de que Dona Ruth, mãe da cantora, teria exigido 50% do valor total de US$ 1 milhão (cerca de R$ 5,4 milhões), enquanto as outras famílias teriam recebido apenas 10% cada. Dona Ruth nega e afirma que propôs uma divisão igualitária. A MAPFRE não confirmou os valores, alegando sigilo do processo.
A discussão se intensificou após a viúva de uma das vítimas divulgar um áudio de 2022, no qual implora por uma partilha mais justa. Nas redes sociais, cresceram as críticas à forma como o valor teria sido repartido.
A seguradora reforçou que não houve imposição unilateral e que todas as partes assinaram o acordo. No entanto, os detalhes financeiros do processo seguem sem esclarecimento público.
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