CBF pede alteração e Fifa retira uniforme vermelho dos goleiros da Seleção

23 de Junho 2026 - 10h31
Créditos: Divulgação

Os goleiros da Seleção Brasileira entrarão em campo com uniforme verde na partida contra a Escócia, nesta quarta-feira (24), às 19h (de Brasília), pela última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. A mudança foi confirmada pela Fifa após um pedido da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que solicitou a substituição do conjunto vermelho inicialmente previsto para a partida.

Com a alteração, Alisson, Ederson e Weverton utilizarão camisa, calção e meiões verdes. A cor vermelha havia sido informada anteriormente pela Fifa como uma das opções de uniforme para os goleiros brasileiros.

Segundo informações apuradas pelo ge, a mudança ocorreu por solicitação do presidente da CBF, Samir Xaud. Como havia outro conjunto disponível e não existia conflito de cores com o uniforme da Escócia, a Fifa autorizou a troca.

A definição dos uniformes utilizados na Copa do Mundo é feita pela Fifa com base em formulários enviados previamente pelas seleções participantes. No entanto, alterações podem ser aprovadas durante as reuniões de coordenação realizadas antes das partidas.

A decisão ocorre pouco mais de um ano após Samir Xaud se posicionar contra a utilização da cor vermelha em uniformes da Seleção Brasileira. Em 2025, o dirigente atuou para impedir a produção de um segundo uniforme vermelho desenvolvido pela fornecedora de material esportivo da equipe.

“Foi um assunto delicado. Vou fazer até um parêntese. Muita gente levou para o lado político. Eu levei para o lado do Brasil, das cores da bandeira do Brasil. Azul, amarelo, verde e branco são cores das nossas bandeiras e são as cores que têm que ser seguidas. Eu fui contra a camisa vermelha, não por questão política. Realmente estava em produção. Fiz uma reunião urgente com a Nike, pedi que parasse a produção”, declarou o dirigente na época.

A CBF informou que não existe uniforme vermelho de goleiro na coleção oficial da Seleção Brasileira.

Com informações de ge e Agora RN