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O Instituto Butantan está aconselhando as prefeituras a usarem, se possível, agulhas de 1 milímetro para a aplicação da Coronavac, em vez das de 3 milímetros.
Em época de escassez absoluta do imunizante, as agulhas mais finas podem evitar a perda de vacina na hora da picada.
Um frasco com dez doses, como os que passarão a ser disponibilizados, poderia, com isso, render até 12 doses. A Coronavac, desenvolvida pela chinesa Sinovac, será fabricada, no Brasil, pelo instituto paulista.
Com informações da Folha

