Atriz toca "proibidão" por engano em velório do tio; entenda

27 de Agosto 2026 - 11h45
Créditos: Reprodução Redes sociais

Uma tentativa de transformar a despedida do tio em uma lembrança afetiva terminou em uma sequência de situações constrangedoras para Evelyn Castro. Aos 45 anos, a atriz e humorista contou nas redes sociais que escolheu um funk ligado à história dos dois para tocar no velório, mas apertou a faixa errada justamente quando o caixão era fechado.

A homenagem planejada por ela tinha relação com a infância. O tio gostava de funk e foi responsável por apresentar à sobrinha músicas do gênero, entre elas Feira de Acarí, de MC Batata. Por isso, a atriz decidiu que a canção faria parte da despedida.

“Fui lá e falei: ‘Vou fazer uma homenagem’. Eu e as minhas homenagens. Na hora que foi fechar o caixão, fui colocar Feira de Acarí [música de MC Batata], porque foi o primeiro funk que ele me apresentou e eu me apaixonei, eu era criança. Tocava em uma novela, se não em engano. Ele se amarrava em funk, me apresentou Furacão 2000”.

O plano saiu do controle em poucos segundos. Evelyn se confundiu ao mexer no celular e, enquanto os coveiros trabalhavam, um “proibidão” começou a tocar. A gravação tinha até sons de tiros.

“Botei Feira de Acarí na hora que estava fechando [o caixão]. Botei errado. O coveiros estavam parafusando e começou a tocar o ‘proibido'”, relatou a atriz, que acabou dando play em uma música cheia de sons de tiro. “Eu não sabia o que fazer. Eu queria muito rir e [tentei ver] se desligava”, recordou a artista.

Foi então que ela percebeu a reação dos coveiros. Os olhares fizeram Evelyn imaginar que os profissionais poderiam ter entendido a cena de uma maneira completamente diferente: “Depois eu fiquei pensando, meu Deus, devem ter pensado que meu tio era bandido, porque eu botei um ‘proibidão’, ri e falei: ‘Agora tu gosta’.”

O erro não fez a humorista abandonar a ideia. Depois de interromper a faixa, ela procurou novamente a canção que havia escolhido para o tio. 

Desta vez, Feira de Acarí tocou como Evelyn havia planejado. A homenagem, porém, ganhou mais um capítulo: sozinha, ela começou a acompanhar a música com a coreografia. “Fiquei sozinha fazendo os passos [da música]”, contou.

Com informações de Metrópoles

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