Nutricionista revela alimentos que ajudam a reduzir os ricos de AVC

10 de Janeiro 2026 - 17h32
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O Acidente Vascular Cerebral (AVC), que também pode ser conhecido como derrame cerebral, é uma doença que está relacionada a diversos fatores de risco, como hipertensão, diabetes, tabagismo, sobrepeso, colesterol alto e sedentarismo.

Adotar hábitos de vida mais saudáveis, como uma alimentação balanceada, faz toda diferença e pode reduzir as chances de um AVC. Uma dieta equilibrada, aliada à prática de exercícios físicos, oferece diversos benefícios.

A nutricionista Juliana Andrade cita quatro grupos alimentares que devem estar no prato para maximizar a saúde cardíaca.

Azeite de oliva
Segundo a nutricionista, o azeite extravirgem é um dos protagonistas da dieta mediterrânea, padrão alimentar amplamente associado à redução de infartos e AVCs.

“Sua ação protetora vem principalmente dos polifenóis, compostos antioxidantes que ajudam a diminuir a inflamação e melhorar o perfil de colesterol”, explica.

Ômega 3
O ômega 3, presente especialmente em peixes como salmão, sardinha e cavalinha, continua sendo uma das gorduras mais estudadas e com maior respaldo científico.

“Ele ajuda a reduzir triglicerídeos, estabiliza a atividade elétrica do coração e diminui processos inflamatórios associados ao risco de arritmias e eventos cardiovasculares”, salienta Juliana.

Frutas vermelhas
Já as frutas vermelhas, a exemplo de morango, mirtilos, framboesas e amoras, oferecem antocianinas, compostos bioativos que melhoram a função dos vasos sanguíneos e controlam o estresse oxidativo.

Juliana acrescenta que estudos com consumo diário ou frequente mostram melhora da pressão e da rigidez arterial, especialmente em indivíduos com risco elevado.

Oleaginosas
Segundo a expert, oleaginosas, como nozes e amêndoas, são gorduras boas e contém fibras, minerais e anti-antioxidantes, ótimos para reduzir o LDL (o “colesterol ruim”).

“Apesar do teor calórico, quando consumidas em porções controladas (um punhado por dia), não atrapalham o peso e ainda protegem o coração”, emenda a nutricionista.

Metrópoles