Créditos: Geraldo Magela/Agência Senado
O deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) aguarda uma decisão do STF sobre o pedido para que seja realizada perícia no material genético fornecido por ele. A medida busca esclarecer uma acusação de estupro de vulnerável que, segundo sua defesa, foi desmentida pela própria filha da suposta vítima.
A denúncia veio a público no fim de março, durante a atuação de Gaspar como relator da CPMI do INSS. O parlamentar classifica a acusação como falsa e afirma que ela tem motivação política.
Segundo a defesa, o DNA de Gaspar foi coletado sob supervisão judicial, da Polícia Federal, do Ministério Público e de perito oficial e está preservado para eventual comparação.
A defesa pede que o exame seja realizado em até 72 horas e que, caso o resultado exclua vínculo genético, o procedimento preliminar seja arquivado.
Ainda segundo os advogados, a filha da suposta vítima afirmou que nasceu de uma relação consensual entre sua mãe e Maurício Brêda, primo de Gaspar, e já teria gravado vídeo negando a acusação contra o deputado.
A Procuradoria-Geral da República teria se manifestado contra a abertura de inquérito, mantendo o caso em procedimento preliminar.
Gaspar afirma que a acusação vem causando danos à sua imagem, especialmente no contexto eleitoral. A defesa de Lindbergh Farias (PT-RJ) e Soraya Thronicke (Podemos-MS) sustenta que os parlamentares apenas deram publicidade a uma denúncia recebida e negam articulação de acusação falsa.
Com informações do Diário do Poder.

