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O concurso da Polícia Penal do Rio Grande do Norte deve seguir mesmo após suspeitas de fraude nas provas, segundo o procurador-geral do Estado, Antenor Roberto. O MPRN, porém, mantém um inquérito civil para avaliar se as irregularidades podem levar à anulação das provas.
O concurso teve mais de 40 mil inscritos e, no dia da aplicação, 12 pessoas foram presas em flagrante, sendo 10 em Mossoró e duas em Natal. A Polícia Civil investiga o possível uso de pontos eletrônicos, celulares e outros meios para obter respostas durante o exame.
O MPRN também apura se todos os locais de prova contavam com medidas de segurança, como detectores de metais. A promotoria solicitou informações à Sead e ao Instituto Avalia sobre os procedimentos adotados.
Enquanto a investigação continua, o governo afirma que o certame “vai avançar”. O MPRN ainda deve avaliar o impacto das possíveis fraudes sobre a validade das provas.
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