Créditos: Reprodução/TJSP
Uma mulher entrou na Justiça após ter recebido, por engano, uma injeção que deveria ter sido aplicada na cachorra dela. O caso aconteceu em uma clínica veterinária de Vinhedo, interior de São Paulo, em janeiro de 2024.
No processo, a tutora afirma ter levado o animal de estimação à clínica após um quadro de dor em uma das patas dianteiras.
Após exame clínico, a veterinária não identificou fratura ou lesão aparente e indicou a aplicação de corticoide e antibiótico, diante da possibilidade do animal ter sido picado por um inseto.
A mulher segurava a cachorra no colo, enquanto a profissional preparava a injeção. Mas na hora de aplicar o conteúdo, a veterinária acaba acertando, por engano, o braço da tutora, e não do pet.
Após o atendimento, a vítima foi à Santa Casa de Vinhedo, onde foi medicada e liberada com prescrição de antibióticos e antialérgicos por sete dias.
Dias depois, ainda procurou atendimento com um médico infectologista no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, após se queixar de edema na região, calor, inchaço e dor intensa.
Ela pede indenização de R$ R$ 52.357,18 por danos morais e materiais.
Em nota divulgada nas redes sociais, nesta quarta-feira (27), o Hospital Veterinário Pet Son afirma que o episódio citado se refere a um fato isolado, ocorrido em 2024, e que, desde o primeiro momento, a situação recebeu acompanhamento e assistência por parte da equipe responsável.
Com informações de Metrópoles
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