Créditos: Hector Vivas - FIFA/FIFA via Getty Images
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou nesta segunda-feira (6/7) que solicitou à Fifa a revisão da suspensão do atacante Folarin Balogun, expulso na última partida da seleção norte-americana na Copa do Mundo de 2026.
Segundo Trump, ele apenas pediu que o lance fosse reavaliado e negou ter pressionado a entidade. “Eu pedi uma revisão, pois não achei que foi falta. Tudo o que fiz foi pedir a revisão, não disse a eles o que devem fazer”, afirmou a jornalistas na Casa Branca.
O presidente também criticou a atuação do árbitro brasileiro Raphael Claus, responsável pela expulsão de Balogun, e levantou suspeitas sobre sua decisão. “É um pouco suspeito, se você checar o passado dele”, declarou.
Balogun havia recebido cartão vermelho na vitória dos Estados Unidos por 2 a 0 sobre a Bósnia e Herzegovina, após uma entrada em Tarik Muharemovic. A punição o impediria de disputar as oitavas de final contra a Bélgica.
No entanto, no domingo (5/7), o Comitê Disciplinar da Fifa suspendeu a execução automática da pena com base no artigo 27 do Código Disciplinar, liberando o atacante para atuar. A suspensão ficará em período probatório de um ano.
A decisão é considerada inédita no Mundial e gerou críticas da Uefa, que classificou a medida como "incompreensível" e "injustificável".
Após a liberação do jogador, Trump comemorou a decisão nas redes sociais. “Obrigado, Fifa, por fazer a coisa certa e reverter uma grande injustiça”, escreveu.
O presidente norte-americano mantém uma relação próxima com o presidente da Fifa, Gianni Infantino. A aproximação entre ambos já havia chamado atenção anteriormente, inclusive com a criação de um prêmio especial da entidade para homenagear Trump.


