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Miguel, médico que vivia sozinho, foi encontrado morto em casa, em São Paulo, e sua morte reacendeu disputas familiares envolvendo herança. Sem cônjuge, filhos ou pais vivos, seus únicos parentes são Suzane e Andreas von Richthofen. Suzane tentou liberar o corpo e se tornar inventariante dos bens, estimados em cerca de R$ 5 milhões, mas a polícia negou o pedido. Uma prima e ex-companheira do médico também tentou a liberação, sem sucesso.
O corpo segue no IML enquanto a Justiça analisa pedidos. A polícia aguarda laudos periciais e toxicológicos para esclarecer a causa da morte. Não há sinais aparentes de violência. O caso revive conflitos antigos: após o assassinato dos pais, Miguel conseguiu na Justiça impedir Suzane de herdar bens da família.

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