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O avanço das reformas, especialmente a da Previdência Social, permitirá a redução da taxa básica de juros no médio prazo. A avaliação foi feita nesta quarta-feira (6), pelo presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, logo depois que o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) anunciou a manutenção dos juros básicos da economia em 6,5% ao ano.
“As reformas abrirão espaço para mudanças na política monetária. É provável – e desejável – que, no médio prazo, os juros sejam reduzidos para estimular os investimentos das empresas e o consumo das famílias”, afirma Robson Andrade.
A manutenção da taxa Selic não surpreendeu a CNI, porque a inflação atual e as perspectivas em relação ao comportamento dos preços estão abaixo da meta de 4,25% fixada para este ano. A estabilidade no mercado de câmbio e a lenta recuperação da atividade econômica também contribuíram para a decisão do Copom.

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