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Na semana passada divulgamos a história da maquiadora potiguar Syll Gama, que foi diagnosticada com um tumor miofibroblástico inflamatório no fêmur. A doença por si só já é rara, mas o local em que ela foi identificada em Syll fez dela um caso raríssimo.
Com isso, mesmo após diversas consultas e idas a médicos, Syll segue sem ter um tratamento definido. Inicialmente, uma medicação que variava entre R$ 35 mil e R$ 45 mil mensais seria utilizada, mas os médicos voltaram atrás por não terem a certeza que a medicação surtiria o efeito desejado pela localização do tumor na potiguar – além dos fortíssimos efeitos colaterais.
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Sem desistir e demonstrando uma força diferenciada, Syll segue escutando diversos especialistas no Brasil e no mundo. A principal opção do momento é de um médico em São Paulo, com o qual a maquiadora já se consultou de forma virtual e o envio de amostras para serem analisadas por um patologista nos Estados Unidos.
Pela raridade do caso, todas essas situações demandam um alto custo. Para conseguir buscando a cura, Syll lançou uma Vakinha virtual com a ideia de alcançar R$ 10 mil. “Estamos precisando arrecadar esse valor para necessidades básicas e gastos com consultas que estamos fazendo consulta com médicos de outros estados/países (que não aceitam plano), também para o tratamento de fisioterapia e cuidados”, afirma a potiguar. ( Quem quiser e tiver condições de ajudar, basta acessar este link. )


