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A norte-americana Savannah Spoor, de 23 anos, recorreu a uma terapia pouco convencional para tentar controlar os sintomas da doença de Lyme. Todas as semanas, ela recebe 30 picadas de abelha, divididas em três sessões.
Diagnosticada após apresentar tonturas, dores de cabeça, náuseas, dores nas articulações, dormência e alterações na visão e audição, Savannah afirma que tentou diversos tratamentos convencionais e alternativos sem obter melhora significativa.
A terapia consiste na aplicação de 10 picadas, três vezes por semana. Embora existam estudos sobre propriedades do veneno de abelha, não há comprovação científica de que o método seja eficaz contra a doença de Lyme, e especialistas alertam para a falta de evidências robustas e o risco de reações alérgicas.
Mesmo com os riscos e a dor provocada pelas picadas, Savannah afirma que acredita que a terapia tem contribuído para melhorar sua qualidade de vida.


