Colesterol alto? Veja lanches que saciam e ainda ajudam a controlar o LDL

11 de Outubro 2026 - 07h45
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Quem tem colesterol alto precisa ficar atento não apenas ao almoço e ao jantar, mas também aos lanches entre as refeições. Salgados de padaria, biscoitos recheados e alimentos ultraprocessados podem contribuir para o aumento do colesterol ruim (LDL), principalmente por causa do excesso de gorduras saturadas e trans.

Por outro lado, alimentos ricos em fibras solúveis e gorduras boas podem ajudar a melhorar os níveis de colesterol. Confira oito opções para incluir no lanche da tarde:

Aveia com frutas: rica em betaglucana, fibra que ajuda a reduzir o LDL.
Castanhas, nozes e amêndoas: fornecem gorduras insaturadas e fibras. Uma porção de cerca de 30 gramas é suficiente.
Iogurte natural com chia ou linhaça: combina proteínas e fibras, contribuindo para a saciedade.
Torrada integral com abacate: oferece fibras e gorduras monoinsaturadas.
Homus com legumes: o grão-de-bico fornece fibras e proteínas vegetais, enquanto cenoura, pepino e pimentão complementam o lanche.
Fruta com pasta de amendoim integral: maçã, pera e banana são boas opções, de preferência com pasta sem açúcar adicionado.
Pipoca feita na panela: é fonte de fibras e pode ser preparada com pouco azeite e sal, sem manteiga em excesso.
Sanduíche de sardinha ou atum no pão integral: oferece proteínas e, dependendo do peixe, ômega-3, que contribui principalmente para a redução dos triglicerídeos.

E o ovo?

O ovo pode fazer parte de uma alimentação equilibrada. É importante observar o conjunto da refeição e evitar acompanhamentos frequentes ricos em gorduras saturadas, como bacon e linguiça.

O que evitar no lanche da tarde?

Salgados fritos e folhados;
Biscoitos recheados e bolos industrializados;
Embutidos, como salame e mortadela;
Excesso de queijos amarelos;
Produtos com gordura vegetal parcialmente hidrogenada.

O controle do colesterol depende de um conjunto de hábitos, incluindo alimentação equilibrada, atividade física e controle do peso. Em alguns casos, especialmente quando há predisposição genética ou risco cardiovascular elevado, a medicação também é necessária, mesmo com uma dieta adequada.