Alvo de operação por desviar milhas do Banco do Brasil não foi preso porque está na Itália

25 de Setembro 2025 - 12h40
Créditos: Reprodução

O alvo principal da operação “Pouso Forçado”, da Polícia Civil do Rio Grande do Norte, não foi preso por estar viajando à Itália. Durante mandados de busca e apreensão nesta quarta-feira (24), foram encontradas armas de fogo na residência do investigado.

As investigações apontam que três funcionários de uma instituição financeira fraudaram o sistema de pagamento de planos de previdência, vinculando-os a cartões de crédito próprios e de familiares. Apesar do estorno das transações por insuficiência de saldo, os pontos do programa de fidelidade (“milhas”) eram mantidos e convertidos em dinheiro, bens e passagens, movimentando mais de 12,5 milhões de pontos e caracterizando enriquecimento ilícito.

Durante a operação, foram apreendidos documentos, computadores, celulares, mais de 40 cartões de crédito, munições, três armas de fogo, R$ 28.050,00 e US$ 15.100,00, além de veículos sequestrados e bloqueio de bens no total de R$ 2,5 milhões.

A ação contou com apoio do DECCOR/LD, CORE, SEFAZ e outros órgãos. A Polícia Civil reforça que denúncias sobre corrupção e lavagem de dinheiro podem ser feitas de forma anônima pelo Disque Denúncia 181.

 

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