Os riscos de tirar as cutículas das unhas toda semana

29 de Maio 2026 - 16h49
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Fazer as unhas faz parte da rotina de muita gente, mas alguns hábitos considerados comuns podem acabar prejudicando a saúde das unhas ao longo do tempo. Entre eles, está a retirada frequente das cutículas.

Remover essa proteção constantemente pode facilitar a entrada de fungos, bactérias e inflamações, além de deixar a região mais sensível e vulnerável.

Cutícula funciona como proteção natural

Embora muita gente veja a cutícula apenas como um detalhe estético, ela funciona como uma barreira natural que protege a matriz da unha, região responsável pelo crescimento saudável.

Em casos mais graves, os danos podem até causar deformações permanentes nas unhas.

Excesso de esmalte e acetona também pode enfraquecer

O uso frequente de esmaltes e acetona também merece atenção. Isso porque os produtos podem deixar as unhas mais frágeis, quebradiças e ressecadas.

A acetona, por exemplo, remove a oleosidade natural e pode comprometer nutrientes importantes para manter a resistência das unhas.

Por isso, vale dar intervalos entre esmaltações e preferir removedores menos agressivos.

Veja também: “Não quebra nunca mais! 5 hábitos que ajudam unhas a crescerem resistentes”.

Unhas em gel exigem cuidados extras

As unhas em gel ganharam popularidade pela durabilidade e aparência impecável, mas também exigem manutenção correta.

Quando o prazo de manutenção é ultrapassado, aumentam os riscos de infiltrações, fungos e danos à unha natural. O uso contínuo também pode deixar a superfície mais fina e sensível.

Alicates contaminados podem transmitir doenças

Outro ponto importante envolve os materiais usados durante a manicure. Alicates, espátulas e lixas mal esterilizados podem transmitir fungos, bactérias e até doenças virais.

Por isso, muitas pessoas preferem levar o próprio kit de manicure para reduzir riscos de contaminação.

Cuidados simples ainda fazem diferença

Os cuidados mais importantes continuam sendo os mais básicos: manter as unhas limpas, hidratadas e evitar agressões frequentes.

Além disso, observar alterações como manchas, dor, descamação ou mudança na textura pode ajudar a identificar problemas precocemente.

Com informações do Metrópoles.