Plano Detalhe

17/06/2019 11:43

Primeira imagem divulgada de West Side Story

Fotos: Divulgação

Primeira imagem divulgada de West Side Story

Foi revelada a primeira imagem de West Side Story, segunda adaptação cinematográfica da peça lançada na Broadway em 1957. A nova versão será dirigida por Steven Spielberg (Jogador Nº 1, 2018).

A trama se passa em meados de 1950 e reconta a história de Romeu e Julieta através do amor entre Tony, antigo líder da gangue Jets, e Maria, irmã do líder da gangue rival Sharks.

A primeira adaptação data de 1961 e chegou ao Brasil sob o nome de Amor, Sublime Amor. O filme contava com Natalie Wood no elenco e faturou 10 Oscars, incluindo Melhor Filme, Melhor Direção e Melhor Atriz Coadjuvante para Rita Moreno, que estará no novo filme.

Ansel Elgort (Em Ritmo de Fuga, 2017) e a estreante Rachel Zegler serão os protagonistas. West Side Story marca a estreia de Spielberg em musicais e deve ser lançado em dezembro de 2020 nos Estados Unidos.

14/06/2019 19:59

Obsessão e escolhas erradas

Fotos: Divulgação

Obsessão e escolhas erradas

Por João Victor Wanderley

Fazer escolhas erradas faz parte do cotidiano, mas nem sempre nos conformamos com isso – mesmo nas trivialidades, como decidir que filme ver. Ontem mesmo postei aqui no Plano Detalhe uma lista com as opções nos cinemas de Natal, mas dei um azar enorme...

Em Obsessão (Greta, 2018), a garçonete Frances (Chloë Grace Moretz) está de luto pela morte da mãe. Após encontrar uma bolsa no metrô, a jovem decide devolver à dona, Greta (Isabelle Huppert), uma gentil e solitária senhora. As duas iniciam uma amizade que, aos poucos, se torna compulsiva por parte da mais velha.

O início provoca interesse através do tom ameno composto pela dócil interação entre as duas protagonistas. A aconchegante fotografia de Seamus McGarvey auxilia com cores bem definidas e com a luz, que preenche a casa no primeiro encontro.

Porém, escolhas erradas são comuns também no cinema. Obsessão corrobora isso, a começar pela direção de Neil Jordan. Ele, que tem no currículo obras mais consistentes como Entrevista Com o Vampiro (1994), parece se perder ao tentar dar identidade a um projeto que já nasceu genérico.

Tentando refletir a personalidade de quem move a história, o diretor aposta na mudança de estilos. O primeiro ato se propõe a ser um drama, onde duas pessoas carentes se complementam: uma sente vazio pela morte da mãe e a outra quer ocupar o espaço deixado pela filha; já o segundo tenta ser um thriller centrado na onipresença de Greta, que passa a “caçar” Frances e a amiga Erica (Maika Monroe); por fim, o terceiro ato se transforma num terror físico e psicológico, com um grau elevado de psicopatia e um pouco mais de brutalidade.

- Mais João Victor, se o diretor pensou tudo isso, como é que o filme consegue ser ruim?

- O problema não está na teoria, mas na prática!

Isabelle Huppert é a atormentada Greta

(Isabelle Huppert é a atormentada Greta)

A ideia é muito inteligente. A produção parece mergulhar no declínio psicológico de suas protagonistas, mas o que faz tudo parecer mal conduzido são as maneiras encontradas para corroborar o planejado.

O drama não tem tempo hábil para se firmar, de maneira que a forte ligação entre as duas é inconsistente apenas com o que é visto – obrigando o péssimo roteiro de Ray Wright e Neil Jordan a verbalizar o que deveria ter ficado claro: Frances busca uma figura materna!

O suspense apela para recursos manjados como elevar a música repentinamente, fechar o enquadramento para sermos surpreendidos com a chegada de alguém em cena e, claro, a capacidade ilógica de Greta conseguir se antecipar a suas vítimas. Em determinado momento, a mulher segue Erica enquanto faz fotos. Ela desaparece e reaparece, sempre, em posição ideal de ameaça.

E quando a garota decide, no improviso, sair de uma estação de metrô e entrar num ônibus, a peste da perseguidora já está sentada no veículo - quase uma entidade como Jason ou Michael Myers. Esse comportamento de “entidade” se agrava quando o longa se comporta como terror, onde até sua resistência se mostra completamente desproporcional à sua condição física.

Outros problemas da direção estão na péssima administração do tempo, que deixa coonfuso se a história se passa em poucos ou muitos dias, e na obviedade, nos permitindo antecipações. Nesse ponto, até a eficiente direção de arte se perde ao escancarar o futuro mais agressivo, apostando em muitas peças vermelhas entorno das personagens – vide a casa de uma delas ou as cadeiras de uma lanchonete em determinada cena.

Quanto aos erros do roteiro, dá pra dizer que o texto opta por uma abordagem exagerada, destoando completamente do que é visto ou provocado pelas imagens. Erica desconfia gratuitamente das intenções de Greta, mesmo sem jamais ter tido qualquer contato; quando descobre o desequilíbrio da nova amiga, e muito antes de ver quão insana é a mulher, Frances reage como se soubesse algo terrível jamais mostrado para a audiência.

O filme tem um grau elevado de exposição narrativa, escolhendo maneiras muito equivocadas de passar informações. Através dos diálogos, revela-se a existência de um elemento chamado “a caixa” - numa cena completamente descartável explicando algo que ainda será apresentado e que, quando aparece, é autoexplicativo. Também revela a fragilidade da relação entre a protagonista e seu pai, enfraquecendo qualquer peso entre esses dois.

Falando do pai, irrita a necessidade em deixar claro que Chris McCullen (Colm Feore) trabalha, aparentemente, com venda de embarcações - e falha, já que só consegui usar a palavra aparentemente -, seja através da planta de um iate ou – e isso é constrangedor - quando sai de uma reunião para olhar fotos no computador e mandar um áudio para a filha. E essa informação não tem qualquer relevância para a trama.

O roteiro ainda sacrifica a inteligência de Frances ao adotar um dos clichês do terror: a tomada de decisões estúpidas. Impressionante como a garota evita atitudes mais enérgicas, mesmo sendo mais jovem e mais corpulenta. E quando tenta... Ah o porão...

Para não dizer que tudo é ruim, destaco as atuações da dupla central. Chloë Grace Moretz é muito convincente como uma pessoa introspectiva, calma e empática. A atriz passa uma ingenuidade que até seria crível se não fosse sabotada pelo texto. Já Isabelle Huppert é segura tanto na amenidade quando na insanidade, sofrendo apenas na transição entre os dois pontos – o que é culpa do material entregue.

Obsessão é um filme perdido, incapaz de unir suas boas ideias com coesão. O que deveria ser uma brincadeira estilística, deixa a sensação de que três pessoas diferentes dirigiram o longa simultaneamente. Tem clichês irritantes e ainda é arrastado, fazendo seus 98 minutos de duração parecem 3 horas.

Claro que essa minha opinião não é uma verdade absoluta, nada impede que você, leitor, se divirta e goste, mas fico pensando o que eu faria se tivesse que escolher entre rever esse filme ou fazer uma colonoscopia, num sábado à tarde, sem qualquer recomendação médica. Olha...

 

Nota 3/10

13/06/2019 15:56

Continuação de O Iluminado ganha trailer

Fotos: Captura de Tela

Continuação de O Iluminado ganha trailer

Através de seu canal oficial no YouTube, a Warner Bros. divulgou o primeiro trailer de Doctor Sleep. Baseado na obra literária de Stephen King, o filme é continuação direta de O Iluminado (1980) e acompanhará Danny Torrance, um homem traumatizado pelos acontecimentos da infância, retratados no filme anterior.

O Iluminado também foi adaptado da obra literária de King, sendo dirigido por Stanley Kubrick e protagonizado por Jack Nicholson. Doctor Sleep é dirigido por Mike Flanagan e terá Ewan McGregor no papel principal.

A previsão para a estreia nos cinemas brasileiros é 7 de novembro. Confira o trailer!

13/06/2019 12:11

Confira as opções nos cinemas de Natal nesta quinta (13/06/2019)

Fotos: Divulgação / Montagem: João Victor Wanderley

Confira as opções nos cinemas de Natal nesta quinta (13/06/2019)

Confira agora os destaques e os filmes que permanecem em cartaz nos cinemas de Natal no período de 13 a 19 de junho:

MIB: Homens de Preto – Internacional (Men in Black: International, 2019): Sete anos após seu último lançamento, a franquia MIB: Homens de Preto retornam aos cinemas com seu mais novo exemplar, Internacional. Estrelado por Chris Hemsworth e Tessa Thompson (ambos de Vingadores – Ultimato, 2019), o filme acompanha os agentes H e M na maior e mais global ameaça à Organização MIB.

Obsessão (Greta, 2018): Após o falecimento de sua mãe, a jovem Frances (Chloë Grace Moretz) cria uma relação de amizade com uma senhora viúva chamada Greta (Isabelle Huppert). Porém, a relação começa a ficar conturbada quando Frances percebe uma perigosa necessidade de atenção por parte de Greta.

Patrulha Canina - Super Filhotes (Paw Patrol: Mighty Pups, 2019): Quando o seu mais recente esquema dá errado, o Prefeito Humdinger e seu sobrinho Harold acidentalmente desviam um meteoro, colocando-o em rota de colisão com a Baía da Aventura. A energia dourada do meteoro dá superpoderes à Patrulha Canina!

A História de Um Sonho – Todas as Casas do Timão (2019): A torcida Corinthiana, afamada por sua paixão sem limites que invade corações e territórios, tem por tradição fazer de qualquer lugar do planeta a sua morada. Do Oiapoque ao Chuí, no Brasil ou no Japão, “A Fiel” joga junto! O documentário traça a saga do Sport Clube Corinthians Paulista desde sua origem no terrão da várzea até a inauguração de uma das arenas mais modernas do mundo.

A Lenda de Golem (The Golem, 2018): Desde que perderam um bebê, o que Hanna (Hani Furstenberg) e seu marido Benjamin (Ishai Golan) mais querem é tentar ter outro filho. Para tal, ela conta com a fé que tem em Deus. Quando uma epidemia assola a região e a culpa recai imediatamente sobre os judeus, Hanna tenta usar de seu misticismo para convocar um golem, sem saber que a criatura é muito mais perigosa do que pensa.

Fora de Série (Booksmart, 2019): Duas grandes amigas, conhecidas por serem os maiores prodígios da escola, estão prestes a terminar o ensino médio. Faltando poucos dias para o grande momento, elas percebem que estão arrependidas por terem se divertido tão pouco. Determinadas a não passarem por todo esse tempo sem nenhuma diversão, elas decidem correr atrás dos 4 anos perdidos em apenas uma noite.

Continuam em cartaz:

X-Men: Fênix Negra (Dark Phoenix, 2019): Durante uma missão de resgate no espaço, Jean Grey (Sophie Turner) quase morre ao ser atingida por uma misteriosa força cósmica. Ao voltar para casa, essa força se torna mais poderosa e mais instável. Lutando com essa entidade dentro dela, Jean desencadeia seus poderes de maneiras que ela não pode compreender nem conter.

Aladdin (Aladdin, 2019): Adaptação em formato live-action do clássico de animação da Disney, conta a história de um jovem humilde que descobre uma lâmpada mágica, com um gênio que pode lhe conceder desejos. Agora, o rapaz quer conquistar a moça por quem se apaixonou, mas ela é uma princesa que está prestes a noivar.

Rocketman (2019): Embalado pelas maiores canções de Elton John (Taron Egerton), o musical conta a história universal de como um garoto do interior se transformou em uma das figuras mais icônicas da cultura pop.

Godzilla II – Rei dos Monstros (Godzilla - King of the Monsters, 2019): A nova história acompanha os esforços heroicos da agência criptozoológica Monarch à medida que seus membros combatem uma série de monstros gigantes.

Juntos Para Sempre (A Dog's Journey, 2019): Depois de muitas vidas e aprendizados, Bailey vive tranquilamente com Hanna. Um dia, Gloria, uma aspirante a cantora, aparece sem avisar na vida dos dois com uma notícia surpreendente: Hanna tem uma neta chamada Clarity. Com o tempo, o cãozinho percebe como a menina é negligenciada pela mãe e decide que seu objetivo nesta vida é cuidar dela e protegê-la incondicionalmente.

Vingadores – Ultimato (Avengers - Endgame, 2019): Após os acontecimentos de Guerra Infinita (2018), os Vingadores precisam se reerguer numa única esperança de resistência.

11/06/2019 21:02

Chernobyl e o terror da ignorância

Fotos: Capturas de Tela

Chernobyl e o terror da ignorância

Por João Victor Wanderley

Com os créditos iniciais numa tela preta, a cena é criada em nossas cabeças através do som. Alguém caminha até a geladeira, puxa uma garrafa de água, enche o copo e coloca uma fita para adiantar ou rebobinar. Ao dar o play, ouve-se:

Qual o preço da mentira?

Essa introdução simples evoca e destaca a pergunta que contamina algumas das personagens principais de Chernobyl (2019).

A minissérie em cinco capítulos da HBO acompanha todo o desastre na usina nuclear localizada em Kiev, na Ucrânia, desde o acidente e seus estragos até a descoberta do que motivou tamanha catástrofe.

A produção inicia completamente magnética, prendendo nossa atenção com a aflição de ver tantas personagens sem saber lidar com a situação. Quando a usina explode, estamos dentro da casa de Lyudmilla (Jessie Buckley) e Vasily (Adam Nagaitis). Em seguida, somos jogados à sala de controle, onde os engenheiros tentam entender o que ocorre.

Esse recurso é muito eficiente, pois nos ganha pelo mistério - nem os profissionais de lá compreendem -, pelo caos e pela empatia, ao vermos tantas pessoas em risco. A partir daí, a trama começa a ser montada como se fosse um quebra-cabeças, onde algumas peças importantes só aparecem posteriormente.

Os roteiros assinados pelo criador da série - Craig Mazin - são bem construídos, abrangendo o máximo de reações possíveis. Os efeitos colaterais nos contaminados, o medo dos soviéticos de que o mundo descubra sobre o desastre, o impacto no meio ambiente, a necessidade de evacuação da área, a manipulação política e a disputa de poder.

Produções desse tipo costumam verbalizar demais ao invés de mostrar. Isso acontece também pelo excesso de informações que precisam ser passadas. Porém, Chernobyl se esforça para não cair nesse erro. Reparem quando os mineradores, totalmente sujos, confrontam o limpíssimo Ministro do Carvão e como reagem a ele. A cena ainda reflete, visualmente, a diferença social entre as classes governante e operária.

Cenas de Chernobyl, HBO

Reparem também como o altruísmo de Ulana Khomyuk (Emily Watson) é apresentado. Ela abre mão de um remédio para ajudar uma secretária e desrespeita as normas de segurança ao limpar uma vítima contaminada por radiação.

Aliás, são os cientistas que demonstram empatia com a população, enquanto os líderes do governo apenas se preocupam em manter a imagem. Um bando de gestores ignorantes mais preocupados em não serem questionados e em não admitirem seus erros do que em salvar o máximo de pessoas possível.

A obra também acerta ao não ser impessoal quanto à abordagem da população. Ao construir a relação de Lyudmilla e Vasily, nos entrega uma ligação emocional maior com as grandes vítimas. É óbvio que ver um igual sofrer nos causa dor e comoção, mas quando o “conhecemos”, o impacto é mais forte. Cenas como a da vala, que encerra o terceiro episódio, ganham outro significado.

As atuações são muito importantes para dar peso a tudo o que vemos. Stellan Skarsgård apresenta Boris Shcherbina com arrogância, mas, aos poucos, se torna em compreensível. Jared Harris transforma Valery Legasov em alguém crível, dono de muito conhecimento e palpável insegurança. Emily Watson é contundente ao dar retidão moral à Ulana, além de ter carisma e ótima química com os outros dois.

Dirigindo todos os episódios, Johan Renck brinca com a linguagem cinematográfica de forma estonteante. Consegue dar um ar documental, ao apostar na câmera de mão - que também nos coloca dentro da confusão -, ao mesmo tempo em que cria uma atmosfera de guerra e terror. As personagens parecem ir em direção a uma batalha contra um inimigo intangível, bem como parecem atormentados pela tensão psicológica.

Explorando a dor e a tragédia de forma inteligente, Renck nos provoca sem jamais ser apelativo. Ao lado do competente diretor de fotografia Jakob Ihre, ainda é capaz de extrair beleza da tragédia quando mostra famílias observando o desastre, banhados da desconhecida fuligem radioativa, e quando duas pessoas num hospital conversam sobre o que uma delas vê através da janela.

As escolhas de enquadramentos são eficientes. Não só criam fotogramas esteticamente impecáveis como empregam valor narrativo. Reparem no primeiro episódio, quando a câmera desliza frontalmente e se contrapõe ao último, no tribunal, dois momentos de uma mesma personagem.

No primeiro, o movimento preciso reflete a decisão firme do que se segue pouco depois; no segundo, o enquadramento torto dialoga com a indecisão. Ainda têm as vacilantes câmeras de mão durante as tensas reuniões, representando o medo e as divergências.

Ainda destaco o frame onde uma pessoa é enquadrada por duas portas abertas e está diante de uma terceira, fechada. Aquele instante representa seu emocional, presa àquela situação e impedida de seguir em frente para contribuir...

Chernobyl é um relato forte e incômodo de uma tragédia dolorosa. Recria o caos do momento e mostra como arrogância e ignorância são perigosos. Um produto audiovisual de altíssima qualidade que nos faz indagar porquê a humanidade insiste em se sabotar, e que te deixa, ao fim, com a mesma pergunta ecoando por bastante tempo... Qual o preço da mentira?

Nota 10/10

10/06/2019 18:48

Curta Caicó chega à segunda edição

Curta Caicó chega à segunda edição

Entre os dias 13 e 16 de junho, o festival de cinema Curta Caicó vai mobilizar a rotina audiovisual na região do Seridó. O evento é uma iniciativa preocupada em incentivar a produção audiovisual do Rio Grande do Norte e devolver o Cinema à região.

Esse ano, 40 curtas-metragens irão se dividir entre as seguintes categorias: Mostra Cine Rio Branco, competição para obras de todo o país; Mostra Cine São Francisco, que contempla a disputa das obras potiguares; Mostra Cine Alvorada, para filmes do Seridó; e Mostras Paralelas Cine Pax: Diversidade, Curtas Fantásticos e Matinês do Cine Pax.

Além das mostras competitivas, serão ofertadas oficinas durante o festival. “Documentando” será ministrada pelo cineasta pernambucano Marlom Meireles e tem como objetivo estimular o olhar do aluno para a leitura e realização de obras documentais, dando uma base de conhecimento sobre o desenvolvimento do documentário na história do cinema.

“Criadores de Formatos Audiovisuais”, ministrada pelo diretor artístico do Canal Futura, Márcio Motokane, irá transmitir conhecimentos sobre a produção atual de conteúdos audiovisuais relacionados à organização de ideias, utilização de critérios de escolha e de avaliação, além da aplicação desses conhecimentos na direção e na produção artística.

“Laboratório de Técnicas de Atuação para o Audiovisual”, sob a responsabilidade de Márcia Lohss, tem como objetivo desenvolver o conceito de atuação orgânica, buscando através de atividades práticas - com base nas técnicas de Sanford Meisner - e da observação das cenas realizadas em aula, a equalização do corpo e da voz para a linguagem cinematográfica.

Por fim, “Oficina Cinema Alternativo”, do especialista Ernani Silveira, irá oferecer uma introdução à linguagem cinematográfica e às técnicas de realização de filmes com baixo orçamento, além de teoria e prática de curtas e nano metragens.

A iniciativa oferece uma programação completamente gratuita, mas quem tiver interesse em contribuir com o evento, pode fazer doações aqui. A ideia de lançar uma “Vakinha Virtual” surgiu da necessidade de viabilizar os compromissos e as despesas de logística do evento. Para ter mais informações, é só acessar a página do evento.

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