Blog do Kolluna

08/09/2019 13:42

Cidinho "Bola Nossa"

Cidinho "Bola Nossa"

Em Belo Horizonte, nos anos 60, o árbitro Alcebíades Magalhães Dias ficou conhecido no mundo do futebol como “Cidinho Bola Nossa”. Ele dizia que, na vida, somente uma coisa ele fez melhor do que apitar: torcer pelo Atlético Mineiro.

O apelido surgiu num jogo, no Mineirão, entre o Atlético e o América Mineiro. Após uma dividida na linha lateral, o zagueiro Afonso, do “Galo”, indeciso, pergunta ao árbitro de quem era a bola. De primeira, Alcebíades respondeu: “- Bola nossa, Afonso. Anda! Bola nossa!!!”.

Alcebíades “Bola Nossa” Magalhães Dias, morreu em 2007, aos 93 anos, tendo em seu curriculum inúmeras ameaças de morte e de linchamento e saído corrido de diversos estádios. Sempre negou a história, mas com um sorriso maroto nos lábios.

Créditos de Imagens e Informações para criação do texto: “O outro lado do futebol” (Teodoro de Castro Lino).

04/09/2019 07:46

Bill Shankly. A lenda do Liverpool

Bill Shankly. A lenda do Liverpool

No mês de março/2019, a Revista France Football divulgou relação com os 50 melhores técnicos de futebol da história. Na relação apenas um brasileiro: Telê Santana. Vários conhecidos, muitos atuais, outros de décadas passadas, mas que não foram esquecidos pela imprensa francesa. Entre eles, William “Bill” Shankly, escocês que foi jogador de futebol de 1929 a 1949 na Escócia e Inglaterra, defendeu a seleção escocesa de 1938 a 1949, foi treinador a partir de 1949 e que identificou-se com o Liverpool, onde permaneceu 15 temporadas consecutivas entre 1959 a 1974. Foi o responsável pelo título da Liga Inglesa e a Copa UEFA, ambos na temporada 72/73. Ganhou três títulos ingleses, uma Copa da UEFA e duas Copas da Inglaterra. Há uma estátua sua no Estádio Anfield, em Liverpool, com os dizeres “O homem que fez sua gente feliz”. Estilo autoritário e impetuoso, ele foi quem mudou o uniforme da equipe, deixando-o todo vermelho. Era temido e estimado, e suas frases e psicologia são famosas.

Numa partida em Anfield, lançou o goleiro prata da casa Tommy Lawrence, que tremia só de olhar para o treinador. A dez minutos do fim do jogo, deixou uma bola fugir-lhe das mãos, passar por entre as suas pernas e entrar no gol, “engolindo um frango”. Encerrada a partida, corre cabisbaixo para o vestiário e dá de frente com Bil Shankly. Com as pernas tremendo e receio nos olhos, pede desculpa ao treinador e eles têm o breve diálogo:

- “Nunca devia ter aberto as pernas para aquela bola, Mr”.

- “A culpa não é tua, filho. A tua mãe é que nunca devia ter aberto as pernas”.

Créditos de Imagens e Informações para criação do texto: “As melhores histórias do futebol mundial” (Sérgio Pereira)

01/09/2019 10:56

01.09.1976. O primeiro jogo do Flamengo sem Geraldo

01.09.1976. O primeiro jogo do Flamengo sem Geraldo

No ano de 1976, ABC e América eram os representantes potiguares no Campeonato Nacional e dividiram o Grupo F com Flamengo/RJ, Volta Redonda/RJ, Santa Cruz/PE, Sport/PE, Náutico/PE, Flamengo/PI e Sampaio Correia/MA.

Era a estreia do Flamengo na competição, jogando no Maracanã, diante de sua torcida. Noite de quarta-feira, 1º de setembro. A primeira partida sem Geraldo, “o Assobiador”. Ausente no jogo e na vida há exatos sete dias. O Flamengo entrou em campo com o uniforme de listras horizontais em preto e vermelho e os calções pretos, como havia feito em 1955, na primeira partida após a morte do presidente Gilberto Cardoso, cujo coração parou em plena campanha do tricampeonato (1953/54/55). Antes, o grupo havia decidido que para este jogo não haveria concentração na véspera para evitar a tristeza coletiva.

Nas arquibancadas, as bandeiras do Flamengo não foram desfraldadas. E as faixas, dobradas, a permitir que somente o preto ficasse à mostra em sinal de luto. 

A partida foi mostrada ao vivo para o Estado do Rio Grande do Norte pela TV Universitária – Canal 5 – uma novidade para a época. O ABC, com esquema tático defensivo, e o Flamengo, abalado emocionalmente com a perda do jogador Geraldo, fizeram partida monótona e sem criatividade, conforme contou o Diário de Natal. Aos 6 minutos de jogo, numa saída errada de Drailton, Zico lançou Paulinho em profundidade, tendo este cruzado para a área e encontrado o mesmo Zico, que abriu o placar. Aos 31 minutos, o segundo gol do Flamengo, quando Luisinho Lemos passou por três adversários e tocou para Zico marcar novamente.

O maior jogador da história do Flamengo homenageava o seu melhor amigo no futebol da melhor forma: vencendo o jogo e com dois gols.

Na foto que ilustra a postagem vemos o momento do minuto de silêncio que precedeu a partida, com Zico e Luisinho Lemos cabisbaixos. Ao fundo, o árbitro e o volante Drailton (ABC).

FICHA TÉCNICA

FLAMENGO 2 x 0 ABC FC

Data: 01.09.1976

Local: Maracanã

Árbitro: Jarbas de Castro Pedra

Público: 22.494

Renda: Cr$ 344.453,00 (trezentos e quarenta e quatro mil, quatrocentos e cinquenta e três cruzeiros)

Gols: Zico (6’ e 31’)

FLAMENGO: Cantarelli; Toninho, Rondinelle, Jaime e Júnior; Merica, Tadeu e Luiz Paulo (Julinho); Paulinho, Luisinho Lemos e Zico. Técnico: Carlos Froner

ABC: Hélio Show; Fidélis, Pradera, Wagner e Vuca; Drailton, Maranhão e Danilo Menezes (Amauri); Noé Soares, Joel Maneca (Raimundinho) e Xisté. Técnico: João Avelino

Créditos de Imagens e Informações para criação do texto: Revista Placar; Diário de Natal; Jornal dos Sports.

28/08/2019 21:00

O uniforme da seleção brasileira e os inéditos meiões cinzas

O uniforme da seleção brasileira e os inéditos meiões cinzas

A história do uniforme da seleção brasileira é um capítulo à parte na fabulosa narrativa do escrete nacional. Do que era o modelo original, com camisas brancas, até a atual mística da “amarelinha” cultuada por todo o mundo que gosta de futebol, a construção desse padrão não se prendeu tão somente a estética, mas uma boa dose de misticismo e maldição. Porém, é comum a análise do conjunto camisa e calção, onde várias foram as combinações existentes ao longo de 21 Copas do Mundo (1930 a 2018): camisa branca e calção azul, camisa e calção azul, camisa e calção branco, camisa azul e calção branco, camisa amarela e calção branco e camisa amarela e calção azul. 

Todavia, um componente é esquecido quando se fala no uniforme da seleção brasileira: os meiões. E nem sempre de branco ou azul estiveram calçados os nossos craques em Copas do Mundo. É bem verdade que o branco predomina há muito tempo, para sermos mais precisos, desde 1950. A partir daí poucas variações com o azul, a opção “B” do uniforme, embora já tenha sido a cor principal, em 1938. A curiosidade é a introdução de outras cores que não compõem a bandeira nacional e que foram usadas em meiões da esquadra nacional. Nas Copas de 1930 e 1934, o uniforme era a camisa branca, calção azul e meiões pretos. Essa foi a indumentária nas duas partidas de 1930 e na solitária derrota de 1934. Depois de 1934, o branco e o azul imperaram nos pés mágicos das diversas composições da equipe nas Copas do Mundo seguintes, à exceção de dois jogos em 1970. No México, a seleção entrou em campo contra a Inglaterra (num dos jogos mais espetaculares de todas as Copas) e contra o Peru (treinado por Didi) com camisa amarela, calção azul e meiões cinzas. Isto mesmo: meiões cinzas. 

Talvez a superstição de Zagallo possa explicar as razões de uma cor tão diferente das que ostentam a nossa bandeira – mas que é a cor dos meiões do Botafogo – tenha sido escolhida para calçar a seleção nestes jogos.  

24/08/2019 20:34

A interiorização do campeonato estadual foi iniciada pelo Potiguar/Mos em 1974

A interiorização do campeonato estadual foi iniciada pelo Potiguar/Mos em 1974

Em 11.08.1974, portanto, há 45 anos, o Potiguar de Mossoró fez sua primeira participação no campeonato estadual. Foi a equipe a interiorizar a competição, que somente em 1976 teve a inclusão do Baraúnas e do Potyguar de Currais Novos.   

Realizava-se o sonho de um grupo de esportistas que defendia a interiorização do futebol do Rio Grande do Norte. 

A sua estreia foi em casa diante do América. O povo da cidade prestigiou o jogo e a torcida visitante também se fez presente, tendo o Estádio Leonardo Nogueira se transformado num “mar encarnado” diante da festa das duas torcidas que tem o vermelho como a cor principal.   

Os jogadores do América ficaram hospedados no Hotel Esperança Palace, enquanto que os do Potiguar concentraram no Hotel Brasil. Manoel Barreto era o presidente do Potiguar e em entrevista ao Diário de Natal, disse que o seu plantel tinha em torno de 22 jogadores, teria que fazer muita ginástica para pagá-los e que a principal intenção da equipe naquela primeira temporada era a de adquirir experiência.

A partida em si não trouxe maiores dificuldades para o América. A empolgação dos torcedores mossoroenses não influenciou dentro de campo e, ao fim do primeiro tempo, o time rubro vencia por 2x0. Santa Cruz aproveitou um belo cruzamento de Ivan Silva, matou no peito e, sem deixar a bola cair, fuzilou para o gol, abrindo o placar. Gilson Porto, de falta, fez o segundo. Na etapa final, o time príncipe buscou o seu gol, enquanto os americanos cadenciavam o jogo. O centroavante Maia se apresentou no meio da defesa adversária e bateu forte para marcar o primeiro e histórico gol do Potiguar no campeonato estadual. No penúltimo minuto, Jangada chutou cruzado e deu cifras definitivas ao jogo.   

FICHA TÉCNICA:

América 3 x 1 Potiguar

Data: 11.08.1974

Local: Estádio Leonardo Nogueira

Árbitro: Afrânio Messias

Público: 4.546

Renda: Cr$ 34.660,00 (trinta e quatro mil, seiscentos e sessenta cruzeiros)

Gols: Santa Cruz, Gilson Porto e Jangada (AM); Maia (POT)

Potiguar: Batista; Berico, Elói, Nivaldo e Carlos Tapioca; Afonsinho, Aélio e Vadinho; Ribeiro, Maia e Toinho (Da Silva). Técnico: José Djalma (Tenente)

América: Ubirajara; Ivan, Scala (Leléu), Mario Braga e Souza; Paúra (Reinaldo), Washington e Edinho; Jangada, Santa Cruz e Gilson Porto. Técnico: Sebastião Leônidas.  

No fim do campeonato, o Potiguar ficou na 3ª colocação, atrás apenas dos tradicionais América (campeão) e ABC (vice).

A primeira equipe profissional de futebol do Potiguar de Mossoró utilizou os seguintes atletas: Aélio, Afonsinho, Altevir, Ananias, Batista, Berico, Carlos Tapioca, Da Silva, Elói, Fernando, Itamar, Jotabê, Maia, Nivaldo, Ribeiro, Sessenta, Toinho, Vadinho e Vildomar.

A performance do Potiguar de Mossoró, em seu primeiro campeonato, foi bastante equilibrada, conforme o quadro demonstrativo abaixo. Foram 16 jogos, com 6 vitórias, 5 empates e 5 derrotas. O artilheiro da equipe em 1974 foi Maia, com 5 gols.

CAMPANHA 1974

Data

Local

Equipe 1

Placar

Equipe 2

Gols do Potiguar

11.08.74

Nogueirão

Potiguar

1 x 3

América

Maia (Pot); Santa Cruz, Gilson Porto e Jangada (Ame)

18.08.74

Nogueirão

Potiguar

0 x 1

Alecrim

Betinho

25.08.74

Castelão

Potiguar

0 x 1

Riachuelo

Elmer

29.09.74

Nogueirão

Potiguar

3 x 0

Alecrim

Aélio, Ribeiro e Sessenta

06.10.74

Nogueirão

Potiguar

1 x 0

ABC

Aélio

13.10.74

Nogueirão

Potiguar

1 x 1

Riachuelo

Da Silva

23.10.74

Castelão

Potiguar

0 x 0

América

-

27.10.74

Nogueirão

Potiguar

0 x 0

ABC

-

30.10.74

Castelão

Potiguar

1 x 0

Força e Luz

Maia

06.11.74

Castelão

Potiguar

0 x 1

América

João Daniel

10.11.74

Castelão

Potiguar

1 x 1

ABC

Aélio

17.10.74

Nogueirão

Potiguar

2 x 1

Riachuelo

Sessenta e Ananias (Pot); Marreco (Ria)

20.11.74

Castelão

Potiguar

0 x 1

ABC

Walmir

24.11.74

Nogueirão

Potiguar

2 x 1

Alecrim

Ribeiro e Sessenta (Pot); Marcos Pintado (Ale)

27.11.74

Castelão

Potiguar

0 x 0

América

-

01.12.74

Nogueirão

Potiguar

3 x 1

Força e Luz

Maia (3) (Pot); Ivanildo (FL)

 

Créditos de Imagens e Informações para criação do texto: “Potiguar, 60 anos de glórias e conquistas” (Lupércio Luiz de Azevedo); Diário de Natal; Assentamentos pessoais do Professor Olismar Lima.

24/08/2019 20:34

A interiorização do campeonato estadual foi iniciada pelo Potiguar/Mos em 1974

A interiorização do campeonato estadual foi iniciada pelo Potiguar/Mos em 1974

Em 11.08.1974, portanto, há 45 anos, o Potiguar de Mossoró fez sua primeira participação no campeonato estadual. Foi a equipe a interiorizar a competição, que somente em 1976 teve a inclusão do Baraúnas e do Potyguar de Currais Novos.   

Realizava-se o sonho de um grupo de esportistas que defendia a interiorização do futebol do Rio Grande do Norte. 

A sua estreia foi em casa diante do América. O povo da cidade prestigiou o jogo e a torcida visitante também se fez presente, tendo o Estádio Leonardo Nogueira se transformado num “mar encarnado” diante da festa das duas torcidas que tem o vermelho como a cor principal.   

Os jogadores do América ficaram hospedados no Hotel Esperança Palace, enquanto que os do Potiguar concentraram no Hotel Brasil. Manoel Barreto era o presidente do Potiguar e em entrevista ao Diário de Natal, disse que o seu plantel tinha em torno de 22 jogadores, teria que fazer muita ginástica para pagá-los e que a principal intenção da equipe naquela primeira temporada era a de adquirir experiência.

A partida em si não trouxe maiores dificuldades para o América. A empolgação dos torcedores mossoroenses não influenciou dentro de campo e, ao fim do primeiro tempo, o time rubro vencia por 2x0. Santa Cruz aproveitou um belo cruzamento de Ivan Silva, matou no peito e, sem deixar a bola cair, fuzilou para o gol, abrindo o placar. Gilson Porto, de falta, fez o segundo. Na etapa final, o time príncipe buscou o seu gol, enquanto os americanos cadenciavam o jogo. O centroavante Maia se apresentou no meio da defesa adversária e bateu forte para marcar o primeiro e histórico gol do Potiguar no campeonato estadual. No penúltimo minuto, Jangada chutou cruzado e deu cifras definitivas ao jogo.   

FICHA TÉCNICA:

América 3 x 1 Potiguar

Data: 11.08.1974

Local: Estádio Leonardo Nogueira

Árbitro: Afrânio Messias

Público: 4.546

Renda: Cr$ 34.660,00 (trinta e quatro mil, seiscentos e sessenta cruzeiros)

Gols: Santa Cruz, Gilson Porto e Jangada (AM); Maia (POT)

Potiguar: Batista; Berico, Elói, Nivaldo e Carlos Tapioca; Afonsinho, Aélio e Vadinho; Ribeiro, Maia e Toinho (Da Silva). Técnico: José Djalma (Tenente)

América: Ubirajara; Ivan, Scala (Leléu), Mario Braga e Souza; Paúra (Reinaldo), Washington e Edinho; Jangada, Santa Cruz e Gilson Porto. Técnico: Sebastião Leônidas.  

No fim do campeonato, o Potiguar ficou na 3ª colocação, atrás apenas dos tradicionais América (campeão) e ABC (vice).

A primeira equipe profissional de futebol do Potiguar de Mossoró utilizou os seguintes atletas: Aélio, Afonsinho, Altevir, Ananias, Batista, Berico, Carlos Tapioca, Da Silva, Elói, Fernando, Itamar, Jotabê, Maia, Nivaldo, Ribeiro, Sessenta, Toinho, Vadinho e Vildomar.

A performance do Potiguar de Mossoró, em seu primeiro campeonato, foi bastante equilibrada, conforme o quadro demonstrativo abaixo. Foram 16 jogos, com 6 vitórias, 5 empates e 5 derrotas. O artilheiro da equipe em 1974 foi Maia, com 5 gols.

CAMPANHA 1974

Data

Local

Equipe 1

Placar

Equipe 2

Gols do Potiguar

11.08.74

Nogueirão

Potiguar

1 x 3

América

Maia (Pot); Santa Cruz, Gilson Porto e Jangada (Ame)

18.08.74

Nogueirão

Potiguar

0 x 1

Alecrim

Betinho

25.08.74

Castelão

Potiguar

0 x 1

Riachuelo

Elmer

29.09.74

Nogueirão

Potiguar

3 x 0

Alecrim

Aélio, Ribeiro e Sessenta

06.10.74

Nogueirão

Potiguar

1 x 0

ABC

Aélio

13.10.74

Nogueirão

Potiguar

1 x 1

Riachuelo

Da Silva

23.10.74

Castelão

Potiguar

0 x 0

América

-

27.10.74

Nogueirão

Potiguar

0 x 0

ABC

-

30.10.74

Castelão

Potiguar

1 x 0

Força e Luz

Maia

06.11.74

Castelão

Potiguar

0 x 1

América

João Daniel

10.11.74

Castelão

Potiguar

1 x 1

ABC

Aélio

17.10.74

Nogueirão

Potiguar

2 x 1

Riachuelo

Sessenta e Ananias (Pot); Marreco (Ria)

20.11.74

Castelão

Potiguar

0 x 1

ABC

Walmir

24.11.74

Nogueirão

Potiguar

2 x 1

Alecrim

Ribeiro e Sessenta (Pot); Marcos Pintado (Ale)

27.11.74

Castelão

Potiguar

0 x 0

América

-

01.12.74

Nogueirão

Potiguar

3 x 1

Força e Luz

Maia (3) (Pot); Ivanildo (FL)

 

Créditos de Imagens e Informações para criação do texto: “Potiguar, 60 anos de glórias e conquistas” (Lupércio Luiz de Azevedo); Diário de Natal; Assentamentos pessoais do Professor Olismar Lima.

*O conteúdo deste blog não representa necessariamente a opinião do portal.